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Vila Nova observa presidente rival levantar caos sobre situação financeira

Presidente do Cuiabá alerta para crise financeira na Série B que Vila Nova participa…

Por Matheus Nunes · 3 min de leitura
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Vila Nova
Foto: CBF
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Em meio à disputa pelas primeiras posições da Série B, o Vila Nova acompanha também um cenário preocupante nos bastidores da competição. Presidente do Cuiabá, Cristiano Dresch afirmou que mais da metade dos clubes da segunda divisão está com salários atrasados e fez um alerta sobre o desequilíbrio financeiro existente no campeonato.

Vila Nova
Créditos: Roberto Corrêa

Em entrevista à Rádio CBN Goiânia, no programa CBN Mais Esportes, o dirigente apontou que as receitas de boa parte dos participantes não acompanham o nível de despesas assumidas durante a temporada.

Presidente do Cuiabá alerta para salários atrasados

Segundo Cristiano Dresch, a realidade financeira da Série B exige atenção. O dirigente afirmou que muitos clubes trabalham com uma arrecadação anual limitada diante dos custos para manter elencos competitivos.

“A arrecadação da maioria dos clubes da Série B não chega nem a R$ 40, R$ 50 milhões por ano. Então, você tem uma competição deficitária.”

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Dresch revelou ainda um dado preocupante sobre os participantes do campeonato.

“Hoje a gente tem mais da metade dos clubes da Série B com salário atrasado, os clubes aumentando seus passivos, entrando em situações críticas.”

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O presidente citou inclusive o próprio Cuiabá ao falar das dificuldades. Segundo ele, o clube está operando no vermelho em 2026 e ainda não recebeu dinheiro de investidor. Dresch afirmou que o Goiás vive situação semelhante.

Vila Nova: Salários acima de R$ 400 mil preocupam dirigente

Outro ponto levantado envolve os vencimentos dos jogadores. Para o presidente do Cuiabá, os valores praticados por algumas equipes não correspondem à capacidade financeira da segunda divisão.

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“Jogador de Série B tem que ganhar, no máximo, R$ 150 mil, e não até R$ 400 mil, como a gente tem hoje alguns clubes pagando na Série B, até mais de R$ 400 mil.”

Dresch defende, portanto, uma redução nos salários praticados para evitar o crescimento das dívidas dos clubes.

Para o Vila Nova, que disputa diretamente as primeiras posições, o alerta expõe outra dimensão da batalha pelo acesso: além de montar um elenco competitivo, os participantes precisam encontrar sustentabilidade financeira para atravessar uma competição que, segundo Dresch, tornou-se deficitária para grande parte dos clubes.

Não há, nas declarações apresentadas, indicação de que o Vila Nova esteja entre os clubes com salários atrasados.

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