Depois da demissão de Wagner Lopes, o Vila Nova segue a procura de um novo técnico para a temporada. Contudo, o nome mais forte dos bastidores é de Hemerson Maria, no qual comandou o clube entre 2017 e 2018. Foram duas boas campanhas na Série B, mas a sua contratação não é viável.
Em 2017, o clube não subiu para a Série A, mais por conta da falta de qualidade no elenco colorado à época. Já em 2018, ele é um dos principais responsáveis por o Tigrão não conquistasse a tão sonhada vaga na primeira divisão. Na metade do campeonato, os outros técnicos já haviam identificado que ele não mudava o esquema tático em nenhum momento, ponto fundamental para que eles levassem vantagem.
O Vila Nova sempre jogava no 4-3-3, onde na verdade era um estilo defensivo. Os dois pontas voltavam até a linha do fundo, na hora de puxar o contra-ataque não tinham gás suficiente e comprometia o ataque. Além disso, quando o clube conseguia marcar, o time trazia o adversário no campo de defesa. Assim, o sistema defensivo ficava sobrecarregado, como resultado o clube tomava o gol de empate ou da derrota, então perdia pontos fundamentais.
Portanto, é melhor deixar o Higo Magalhães no comando do time ao invés de contratar Hermerson Maria. Pelo menos no clássico contra o Goiás, o clube não sofreu tanto como diante de Náutico e Confiança. Ainda teve chances de vencer o jogo. Outros dois nomes seriam interessantes: Cléber Gaúcho e Felipe Conceição. O primeiro foi campeão com o Grêmio Anápolis em cima do próprio Vila. Já o segundo não foi bem no Cruzeiro, mas vem de bons trabalhos no América-MG e Guarani.
O Vila Nova enfrenta o Operário-PR, hoje às 18h no Germano Krüger.
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