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Vila:Renato lamenta empate em casa e diz entender cobrança da torcida: “não estamos satisfeitos”

O Vila Nova ontem não conseguiu a primeira vitória na série B, a equipe colorada luta para o aceeso para a série A, mas vai ter que melhorar muito já que a exigência da torcida está alto.

Renato falou após o jogo e diz entender que é uma competição muito complicada e que um ponto pode fazer diferença no campeonato mais para frente. Para o zagueiro, o Vila Nova merecia ficar com os três pontos.

“Não estamos satisfeitos, acho que dentro de casa nós mereciamos a vitória, tivemos mais volume, mais finalizações, o adversário praticamente não criou. A gente não ganhou o jogo. O torcedor veio, nos ajudou e tem razão em cobrar e nós temos que dar a resposta o quanto antes”.

“Contra a equipe como o Fluminense, quanto menos a gente errar menos chances eles vão ter perto do nosso gol. (Contra o Novorizontino) teve dedicação, teve empenho, teve técnica, a gente errou e consertou, faz parte do futebol. Agora é trabalhar de novo, são dois jogos, e tanto a Copa do Brasil quanto a Série B, a gente sabe o quão competitivas que são, temos que melhorar. A gente não está feliz, o detalhe fez a diferença mais uma vez”.

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Foto: Reprodução/Raphael Zarko

O Vila Nova ontem empatou em casa contr o Novorizontino, a equipe colorada foi em busca da vitória em casa, mas não foi possível e a torcida do Tigrão ficou na bronca e vaiou, e o treinador comentou sobre o ato.

“Na verdade se criou uma expectativa muito grande e forte para que a gente conseguisse a vitória. É natural a resposta do torcedor quando não conseguimos, principalmente, o gol. Criamos algumas possibilidades, não fomos felizes na finalização. Série B vai ser muito difícil, pegamos um time que, por mais que seja uma estreia, valorizaram o empate. Acredito que nós estivemos perto da vitória, fizemos um jogo até sólido, não corremos risco, nossa defesa provou que é sólida. Mas, infelizmente tem dia ou noite que as coisas não acontecem”, avaliou.

Colocamos um falso meia, um atacante com muita mobilidade para fazer o facão e tentar deixar o espaço aberto para o Daniel. Depois, colocamos um meia de criação, com a possibilidade de flutuar nas costas dos volantes, entrar o passe entre linha e ter o chute de média distância, formatação de triângulo pelo lado. Tentamos de todas as formas, infelizmente não aconteceu da forma que queríamos”, afirmou.

“Teve alguns momentos que a gente ia dominar a bola com a sola do pé e ela escapava. Outros momentos que a gente tinha ultrapassagem pelo lado, a gente tomava a decisão de ir para o duelo individual. Então, faltou um pouco mais dessa conexão final”, argumentou.

“Tem alguns momentos que é natural o atleta oscilar, principalmente. Esse é meu desafio e tentar desafiar que há energia, como dar a volta por cima. O Jean é um jogador que abraçamos porque no momento de sofrimento temos que estar juntos. É um cara querido por todos, não faltou vontade. Acontece de eu errar no plano de jogo, substituições. Somos assim, sujeitos a falhas e nosso desafio é tentar mobilizar para que ele acredite nele mesmo”, explicou.