Vila Nova

Presidente do Vila Nova fala sobre prejuízo sem a torcida nos jogos e novidades sobre o OBA

Em entrevista para a Rádio Sagres 730, o presidente do Vila Nova, Hugo Jorge Bravo, acredita que o clube terá um prejuízo milionário sem a presença do torcedor no estádio Onésio Brasileiro Alvarenga. Para o mandatário, o clube vai buscar outras alternativas de ganho para suprir os valores que não receberão.

“tínhamos uma estimativa de, nas primeiras nove rodadas, fazer pelo menos 1,2 milhão de reais de receita. Isso porque não trabalhamos apenas com bilheteria, também trabalhamos com exploração de bares e venda de materiais. Criamos toda uma estrutura dentro do Onésio Brasileiro Alvarenga para potencializar a nossa captação de recursos, e isso, por ora, fica suplantada”, diz.

Questionado sobre a liberação do estádio para a Série C, o presidente explicou a situação: “agora corremos para fazer os últimos ajustes, que é mais uma questão que demanda custo. Mas a expectativa é muito boa para que possamos jogar o primeiro jogo em casa, contra o Paysandu, no OBA. Estamos em fase final de aprovação do projeto de incêndio do clube, que não existia”, completou.

Por fim, o dirigente falou sobre adaptações que estão sendo feitas nas arquibancadas do OBA: “algumas adaptações que estão sendo feitas nas arquibancadas. É uma construção antiga, na qual a altura e o espaçamento tem uma diferença, então temos que fazer algumas compensações de segurança, como a construção de escadas radiais, que são aquelas para o fluxo de pessoas entre as arquibancadas”, completou.