Em entrevista para o site “Globo Esporte.com”, o presidente Hugo Jorge Bravo, espera que o auxílio financeiro que a CBF repassou de R$ 200 mil não seja penhorado pela Justiça por conta das dívidas que o clube tem. O dirigente ainda tema que parte desse valor destinado pela entidade brasileira possa ser utilizada para outros fins.
“Entendemos que não deve haver penhora, pois não se trata de um transação esportiva em favor do Vila Nova. Esse repasse da CBF é um valor a título de doação para um fim específico, que é a folha de pagamento, e que está sendo repassado para atender a uma situação de calamidade pela qual passam todos os clubes”, diz o dirigente
Já para o advogado do clube, Maurílio Teixeira, a grana que a CBF destinou pode não ser penhorado pela Justiça: “Entendemos, então, que a Justiça não irá interferir.
Enquanto aguarda o repasse para entrar nos cofres, o Vila Nova trabalha para chegar a um acordo com o plantel com relação à redução salarial. A ideia seria contar 50% dos vencimentos, mas os jogadores recusaram e as negociações seguem em andamento.
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