O Vila Nova trocou de técnico, sai Márcio Fernandes e entra Wagner Lopes, até o momento, a ação não poderia ter resultado melhor.
Obviamente, ainda é cedo para uma analise profunda, mas percebe-se que Wagner não se prende a algum esquema tático e aposta em variações dependendo do adversário.
Contra o Iporá, entrou com quatro meias, sem um volante que garantia muita proteção, era um adversário mais frágil. Contra o Atlético-BA, teoricamente um adversário mais forte, Wagner colocou Yuri para ajudar na proteção da zaga.
A primeira partida, contra o Iporá foi vencida por 5×0 e a segunda, contra o Atlético-BA, por 3×0.
Nas duas, ficou evidente o equilíbrio da equipe, importante destacar, que até aquele momento Wagner não tinha muito tempo para trabalho, suas ações foram mais em conversa com os jogadores.
Por isso, em dois jogos:
Gols feitos: 8
Gols sofridos: 0
Média de gols: 2
Outro dado importante, nos dois jogos o Vila não teve a maior posse de bola, porém conseguiu criar mais, mostrando objetividade nos momentos em que esteve com a bola nos pés.
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