“Na verdade, nem acho que foi melhor, é que mudou completamente o contexto do jogo quanto ao Goiás, que baixou as linhas e nos deu a bola. Até conseguimos criar algumas situações, mas não fomos efetivos. No 11 contra 11, fomos melhores, e no 11 contra 10 também, mas não conseguimos transformar nossa superioridade em gols, nem no primeiro tempo ou depois da expulsão. Então isso é algo que temos que levar em conta, mas que também que construímos e tentamos abrir espaço”, diz o treinador colorado.
Questionado sobre a arbitragem e o clima da partida, o treinador falou sobre o trabalho da arbitragem na partida. Para Ariel, o juiz Eduardo Tomaz foi muito bem no jogo e explicou o seu ponto de vista com relação ao assunto.
“O Eduardo (Tomaz) é muito bom, assim como todos. Arbitragem para mim não é algo que faz a diferença. O clima estava quente dentro do jogo, cada um na sua maneira e dentro das suas possibilidades. O Goiás era um time mais descansado, então não subimos tanto as linhas no primeiro tempo, o clima estava quente e por isso nos resguardarmos um pouco mais. Mas vejo que foi um clássico quente, cheio de situações, nas quais talvez poucos esperavam o quanto fomos bem e nos colocamos em condições de tentar vencer o jogo”, completou.
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