Em entrevista para a Rádio Sagres, o advogado e conselheiro do Vila Nova, Rodrigo Menezes detalhou as situações das penhoras e indicou a porcentagem que o Vila Nova poderá ficar.
“Nós perdemos integral a cota da primeira fase por penhora, a segunda fase não foi integralmente penhorada, mas o próprio Hugo já destinou ela para resolvermos algumas penhoras que já estava na CBF”.
Rodrigo Menezes ainda contou a atualização do famoso caso do Ibañez: “Nós fizemos acordo no caso do Ibañez, naquele caso do pré contrato, fizemos um baita acordo, menos da metade da dívida (…) Era 300 mil em 2017, hoje já estava em 550 mil a execução. Nós fizemos um acordo por menos da metade, demos uma entrada, usamos essa segunda fase (cota) e parcelamento do restante. Pagamos uma das ações mais antigas do clube, o lateral Luizinho, jogou aqui em 2011”.
Rodrigo explicou sobre a verba da terceira fase, que é 1.7 milhões brutos:
“A terceira cota vem ai, do 1,7 milhões tem uma retenção de 10% de imposto, de direito de arena, o clube recebe 90% dessa cota. Uma parte dela também está penhorada, mas uma parte pequena ainda. Tem a premiação dos jogadores também, é claro, que mereceram. Então assim, parte dessa terceira fase provavelmente será penhorada, mas estamos trabalhando, já fizemos bons acordos dos processos que estavam na CBF, para dar uma folga para o presidente para receber pelo menos 50, 60% dessa cota”.
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