Em uma entrevista para a Rádio Sagres 730, o gestor executivo do Paysandu, Felipe Albuquerque, que trabalhou no Vila Nova entre os anos de 2016 até em meados de 2018, comentou sobre a sua saída e também do ex-técnico Hemerson Maria. Para o ex-dirigente, tanto a sua saída, quanto a de Hemerson foram cruciais para o rebaixamento do Tigrão.
“Foi muito determinante e te falo sem excesso de vaidade. Nós tínhamos uma harmonia muito grande dentro do clube entre todos os departamentos. O trabalho que aconteceu em 2019 foi completamente fragmentado. Foram quatro técnicos, mais de quarenta contratações como no passado. Falo isso com muito pesar. O Ecival sabia que corria o risco”, diz.
Na entrevista para a Rádio, o dirigente explicou sobre os áudios vazados no começo do ano, quando criticou a cidade de Belém e também a estrutura das dependências do Paysandu. Na visão de Felipe Albuquerque, foi uma tentativa de atingi-lo que partiu de pessoas que estariam no Vila.
“Esses áudios foram guardados e vazados de dentro do Vila Nova, mesmo, após a nossa única derrota no ano (3 a 2 para o Castanhal), de uma maneira muito pensada, com muita estratégia. As pessoas que fizeram, esperaram o momento propício, mas não me gerou nenhum desconforto, porque tenho muito prestígio com a diretoria do Paysandu”, completou.
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