“A minha relação com o Max era de irmão, era um cara de dentro da minha casa, conhecia a minha família toda. Vivia comigo fazendo churrasco, tomando cerveja. Era meu parceiro de quarto nas concentrações”, ressalta o jogador.
Quem também mantinha uma relação com o goleiro, era o Popinha, o massagista do Tigrão: “Nunca fui de levar nenhum jogador para minha casa e ele foi um cara que eu chamei para comer uma carne assada lá. Um cara de primeira, irmão para toda hora, um companheirão. Me faltam palavras para definir o Max”, pontua.
Outro que endossou para falar sobre o goleiro ídolo colorado foi o Iron Gonçalves, que é o supervisor de futebol do Tigrão: “O Max era quem levava os problemas para a diretoria, conversava com os jogadores. Ajudava principalmente o pessoal mais jovem, os goleiros da base. Ele se relacionava muito bem com os funcionários do clube, todos gostavam dele”, conta Iron.
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