– Sinceramente, o sentimento é de decepção, de tristeza e de amargura. Não por mim, mas pela torcida. Quando cheguei, em 2016, o Vila passava por uma crise institucional muito grande. Batalhamos, 2017 e 2018 também, mas esse ano a coisa desandou. Tentamos fazer tudo que foi possível. Fizemos as mudanças que fizemos acreditando que poderíamos lutar até por acesso. Infelizmente, lamento muito a nossa situação – disse Ecival Martins à Rádio CBN.
Em dezembro o dirigente deixará o cargo, quando passará por eleições na sede do OBA na próxima semana. Por conta disto, Ecival falou sobre o cenário nos bastidores do Vila Nova.
“O que acontece nas eleições é: “Vai lá, estaremos com você”. Quando perde três jogos, ninguém aparece. A responsabilidade é só do presidente. E é minha mesmo. O Conselho do Vila Nova não serve para nada. Pelo menos foi assim comigo nesses três anos. Podem me crucificar, mas sei o esforço que fiz. Hoje, as pessoas do futebol brasileiro respeitam o Vila e sabem do meu trabalho. Infelizmente, o Vila perdeu para o próprio Vila”, completou.
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